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Mostrando postagens de abril, 2021
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  © Tomaz Silva/Agência Brasil Estudo revela tamanho da desigualdade de gênero no mercado de trabalho Fatores como afazeres domésticos trazem limitações Levantamento divulgado hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que 54,5% das mulheres com 15 anos ou mais integravam a força de trabalho no país em 2019. Entre os homens, esse percentual foi 73,7%. A força de trabalho é composta por todas as pessoas que estão empregadas ou procurando emprego. Os dados constam da segunda edição do estudo Estatísticas de gênero: indicadores sociais das mulheres no Brasil. Ele traz informações variadas sobre as condições de vida das brasileiras em 2019. Outros indicadores podem contribuir para melhor compreensão em torno das dificuldades que elas enfrentam para inserção no mercado de trabalho. Na faixa etária entre 25 e 49 anos, a presença de crianças com até 3 anos de idade vivendo no domicílio se mostra como fator relevante. O nível de ocupação...
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  SP: as criminosas remoções em pandemia São mais de 2 mil. Perderam emprego e casa. Juntos, ergueram o Jardim Julieta, uma das muitas favelas surgidas na pandemia. Agora, prefeitura quer arrasar seus casebres e jogá-los às ruas, em meio ao vírus e à aproximação do frio Reportagem de  Manuela Azenha , na  BBC Brasil Todo dia chega mais gente na ocupação Jardim Julieta. Há cerca de um ano, o terreno baldio na Zona Norte de São Paulo começou a ser ocupado por pessoas que perderam seus empregos e foram despejadas durante a pandemia de covid-19. Valdirene Ferreira Frazão, de 48 anos, mudou-se para lá em maio. Carpiu e limpou o terreno acompanhada dos filhos, um rapaz de 25 anos e uma menina de 12. Com o dinheiro do auxílio emergencial dado pelo governo federal, levantou em dois dias um barraco de madeira com cobertura de lona. Foto: André Neves Sampaio “Foi um sofrimento. Era um frio desgraçado ou um sol infernal sem ter onde se abrigar. A primeira noite passamos em claro por...
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      Desigualdade também marca trabalhadores por conta própria, revela estudo Os chamados “empreendedores” vivem uma realidade de precarização nas condições de trabalho e na remuneração, informa levantamento realizado pela Fundação Perseu Abramo e Reafro.          Mulheres cabeleireiras têm a renda mensal concentrada na faixa de até R$ 1.000 São Paulo – A pandemia produziu milhões de “ empreendedores ” por todo o Brasil. Diante da falta de empregos com carteira assinada e a retirada de direitos imposta desde a aprovação da reforma trabalhista, no governo de Michel Temer, o brasileiro passou a ter de “se virar” para sobreviver. Por trás do  verniz do empreendedorismo , no entanto, a realidade dos trabalhadores por conta própria é dura. O projeto  Reconexão Periferias , da Fundação Perseu Abramo, e a  Reafro  (Rede Brasil Afroempreendedor) divulgam hoje (24) pesquisa inédita que confirma as desigualdades salariais e de opor...