As canetadas desiguais de Bolsonaro no Orçamento As prioridades do governo: gasto com “emendas do relator” supera compra de vacinas. Pensões militares consomem 66 vezes mais recursos que combate ao desmatamento. Mudanças climáticas foram a área que menos recebeu investimentos. Por Camille Lichotti , Marta Salomon e Renata Buono , na Piauí 273 cortadores de cana encontrados pelos fiscais do Ministério do Trabalho na usina receberam verbas de rescisão e danos morais - Ministério Público do Trabalho Os investimentos feitos com o Orçamento da União em 2021 deixam claras as prioridades do governo. Foram gastos quase 17 bilhões de reais com emendas de relator, instrumento pouco transparente de repasse de verbas dos parlamentares. Esse valor superou o gasto do governo com a compra de vacinas da Pfizer. O principal destino das emendas parlamentares foi a compra de máquinas de construção produzidas por uma empresa de Minas Gerais. Para isso, o governo desemb...
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Mostrando postagens de fevereiro, 2022
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Taxar os super-ricos? Pergunte-me como Se os 0,3% mais ricos contribuírem com o país na medida de suas possibilidades, será possível gerar R$ 300 bi ao ano – dez vezes o Bolsa Família. Conheça as propostas, que precisam ser assumidas por quem pretende se eleger este ano Por Stela Pastore, no Instituto Justiça Fiscal Dia 2 de setembro de 2021 foi a data de protocolo no Congresso Nacional dos projetos para Tributar os Super-Ricos. São seis propostas que ampliam a tributação sobre altas rendas e riquezas dos 0,3% mais ricos da população e podem arrecadar cerca de R$ 300 bilhões ao ano, abrangendo apenas 59 mil pessoas entre 210 milhões de brasileiros. O movimento nacional formado por 70 entidades que defendem os projetos se organiza para comprometer os candidatos à presidência e ao parlamento a aprovarem essas medidas. “Sem alterar a estrutura do sistema tributário, a desigualdade não será modificada. Historicamente, os pobres pagam proporcionalmente muito mais imp...
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Home office e trabalho híbrido desencadearam casos de burnout entre jovens, aponta estudo Síndrome tem afetado principalmente a saúde mental dos trabalhadores da Geração Z, que têm papéis de liderança em suas empresas Home office desencadeia casos de burnout Reuters Iuri Corsini da CNN Rio de Janeiro A pandemia da Covid-19 tem afetado não somente a dinâmica das relações de trabalho, mas também a saúde mental dos profissionais que estão trabalhando à distância. Segundo pesquisa feita pela LHH do Grupo Adecco, empresa suíça de recursos humanos que atua em 60 países, 38% das pessoas ouvidas dizem ter sofrido da Síndrome de Burnout , ao longo do ano passado. O levantamento mostrou também que 32% dos entrevistados informaram que a saúde mental piorou significativamente por conta do trabalho à distância. Os pesquisadores entrevistaram 15 mil pessoas em meados de 2021, em diversos países do mundo. A Síndrome de Burnout tem afetado especialmente as gerações mais jovens, princip...