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Mostrando postagens de junho, 2015

Trabalhadores denunciam descontrole das terceirizações na Imprensa Oficial de MG

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A denúncia das contratações ilegais é alvo de um inquérito civil no Ministério Público de Minas Gerais, alegando o descumprimento da Lei Delegada nº 175, de 26 de janeiro de 2007 Há mais de 120 anos estava sendo criada a primeira entidade dedicada a dar transparência e visibilidade às ações dos governantes em Minas Gerais , a Imprensa Oficial (IOMG). De lá pra cá, já foram milhões de edições do Minas Gerais, publicação responsável pelas informações oficias do estado. Figuras ilustres como Carlos Drummond de Andrade e Murilo Rubião também já fizeram parte da equipe da Imprensa Oficial. Os dias atuais, no entanto, não refletem mais a importância dedicada outrora para a transparência das atividades do poder público. Isso é o que aponta o Sindicato dos Servidores da Autarquia da Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais (Sindiof), que denuncia o desmonte da instituição. Atualmente, a Imprensa Oficial tem 381 funcioná...

Após 92 dias, assembleia vota o fim da greve dos professores da rede estadual de SP

Na assembleia da tarde de sexta-feira passada, 12 de junho, ampla maioria dos professores da rede estadual de SP votou por terminar a greve, que durou 92 dias e foi a maior greve da categoria. Esta greve colocou em pauta, além da demanda pelo reajuste salarial (75,33% de aumento), a denúncia, para toda sociedade, da precarização e do sucateamento da educação pública no estado de SP, com desvalorização do trabalho do docente, com superlotação de salas, infraestrutura precárias, entre outros exemplos. Para além disto, a greve escancarou a intransigência de Alckmin ao tratar da questão da educação pública no estado. O governador tucano se recusou a negociar as pautas da greve com os professores em luta há mais de 3 meses. Alckmin empurrou a data base da categoria de março para o mês de julho. Esta foi uma greve importante deste último período, apesar de não ter culminado nas negociações com o governo e de não ter arrancado as pautas da greve, pois trouxe a possibilidade d...

"Na escola onde trabalho, nos deparamos até mesmo com a falta de papel higiênico"

R. H. , professora de sociologia na rede estadual há seis anos, relata as condições da educação no estado de São Paulo e explica os motivos da greve. A equação é simples: professores em situação precária de trabalho + superlotação das salas de aula + falta de infraestrutura nas escolas = uma educação que traz poucas perspectivas para alunos e mestres. Em greve há 77 dias, os professores seguem afirmando que “não tem arrego”. Conversamos com a professora R. H. , que leciona sociologia há seis anos na rede estadual de ensino de São Paulo. Atualmente, ela divide seu tempo entre seus 700 alunos da zona oeste da capital. Renata denuncia que, dentre os diversos problemas, as escolas convivem “até mesmo com a falta de papel higiênico”. Confira: Brasil de Fato - Qual é a situação da educação no estado de São Paulo? R. H. - Como em outras áreas, a educação está passando por um desmonte, tanto na infraestrutura da escola como nos profissionais. Os professores têm um salário...