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Mostrando postagens de julho, 2021
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  Crise na pandemia pode afetar por nove anos salário dos brasileiros Alerta foi feito por relatório do Banco Mundial O relatório do Banco Mundial  "Emprego em Crise: Trajetória para Melhores Empregos na América Latina Pós-covid-19"  alerta que os efeitos da pandemia da covid-19 podem afetar, por até nove anos, os salários dos trabalhadores médios do país.  De acordo com o documento, a crise gerada pela pandemia vai afetar o mercado de trabalho no Brasil e na América Latina por um longo período, inclusive com efeito negativo sobre empregos e salários. "No Brasil e no Equador, embora os trabalhadores com ensino superior não sofram os impactos de uma crise em termos salariais, e sofram apenas impactos de curta duração em matéria de emprego, os efeitos sobre o emprego e os salários do trabalhador médio ainda perduram nove anos após o início da crise", diz o relatório. O relatório aponta que essa situação vai deixar cicatrizes, como o aumento no desemprego, na informali...
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  Insegurança alimentar atinge um quarto dos brasileiros, aponta agência da ONU Primeira avaliação global da fome desde o início da pandemia estima que metade dos brasileiros passaram a comer pior          Relatório indica prevalência da subalimentação em mulheres e famílias com crianças - Agência Brasil O relatório mais recente da Organização da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO, em inglês) confirma a reabertura de uma chaga histórica no Brasil, a  fome .  A estimativa é que 23,5% da população brasileira tenha vivenciado  insegurança alimentar moderada ou severa entre 2018 e 2020 , um crescimento de 5,2% em comparação com o último período analisado, entre 2014 e 2016.  Isso significa que 49,6 milhões de pessoas - entre elas crianças - deixaram de comer por falta de dinheiro ou tiveram uma redução significativa na qualidade e na quantidade de alimentos ingeridos. Desde o estudo anterior da FAO, 12,1 milhões de brasileiros ...
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“Não é doença, é fome” Unidades de saúde de Brasília identificam aumento de busca por pessoas com sintomas que acreditam ser de doença, mas que, na verdade, estão famintas. É mais um dramático impacto da pandemia. A   cabeleireira Jaqueline Silva Viana, de 40 anos, em sua casa, com os filhos Ítalo, 21, e Tamires, 11, e o neto Davi, 3. CADU GOMES Era junho de 2020 quando a cantora e atendente em padaria Lígia Régia da Silva, de 38 anos, perdeu o emprego. No mesmo mês, o pedreiro Josimar Moraes, 48, foi despejado de casa porque não tinha como pagar aluguel de 600 reais, e passou a catar materiais recicláveis pelas ruas. A  pandemia de coronavírus  também mudou por completo a vida de Jaqueline Silva Viana, 40, uma cabeleireira que viu os dois salões em que trabalhava como  freelancer  fecharem no ano passado. Além da perda de renda durante a maior crise sanitária do planeta, há outro desastre que une esses três moradores de Brasília: eles estão doentes de fome. Méd...