Lollapalooza é notificado por trabalho análogo à escravidão
A T4F, responsável pelo festival, declara que rompeu contrato de terceirização com a Yellow Stripe, que opera os bares, e que se certificou de que todos os direitos dos trabalhadores sejam garantidos.
O Ministério do Trabalho e do Emprego notificou as empresas T4F, responsável pelo
Lollapalooza, e Yellow Stripe, que opera os bares do festival.
Na quarta-feira (22), numa vistoria, cinco trabalhadores da Yellow Stripe relataram que eram obrigados a dormir num local em que havia colchonetes e papelão, numa situação que os auditores consideraram análoga à escravidão.
A empresa T4F declarou que o pernoite naquele local é proibido, que rompeu o contrato de terceirização com a Yellow Stripe e que se certificou de que todos os direitos dos trabalhadores sejam garantidos, de acordo com as diretrizes do próprio ministério
A Yellow Stripe não atendeu as ligações do Jornal Nacional. Em redes sociais, a empresa publicou uma nota em que informa apenas que não prestará mais serviços ao Lollapalooza.
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O aumento da pobreza e da miséria após a pandemia piorou as condições de vida em um todo e criou um grande contingente de pessoas disponível para ocupar posições mais precarizadas de trabalho.
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