Manifestantes rejeitam conversas enquanto 439 militares presos não forem soltos
Líderes do movimento grevista dos bombeiros que continuam acampados em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) disseram nesta terça-feira (7) que não vão negociar com o novo comandante da corporação, coronel Sérgio Simões, enquanto os 439 militares presos não forem soltos.
Na segunda-feira (6), Simões anunciou estar disposto a receber os líderes com as reivindicações, para que ele mesmo possa fazer a negociação com o governo do Estado. Segundo um dos líderes da manifestação, sargento Paulo Edson, não há o que apresentar ao comandante.
"Já conhecem todas as nossas reivindicações, de salário e melhores condições de trabalho. Só sentaremos para conversar quando nossos companheiros forem libertados, até porque há lideranças do movimento que estão detidas", disse o bombeiro. Cerca de 15 manifestantes passaram a madrugada em frente à Alerj. Eles estão lá desde domingo e prometem sair somente quando os bombeiros presos forem soltos.
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